Riscos de uso indiscriminado de plantas ou ervas medicinais.

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Riscos de uso indiscriminado de plantas ou ervas medicinais. https://capsulaecia.com.br/

Motivação.

Com a intenção na diminuição de Riscos de uso indiscriminado de plantas ou ervas medicinais e como proprietário da Cápsula & Cia Ind. de Suplementos, possuindo uma grande paixão desde pequeno, que é o estudo das plantas, flores e ervas, consideradas medicinais ou terapêuticas.

Crio a categoria “Plantas e ervas medicinais” no sistema de notícias do site da Cápsula e Cia ind. De Suplementos. Nosso objetivo é proporcionar uma base de dados sobre as pantas medicinais mais utilizadas, suas formas de uso, partes utilizada das plantas, conhecimentos sobre sua toxidade, efeitos colaterais e riscos de sua utilização.

Da utilização das Plantas e ervas medicinais e seu uso indiscriminado.

Comumente utilizamos ervas ou plantas medicinais, para o tratamento ou redução de simples sintomas, como, dores de cabeça, cólicas intestinais, dores de garganta, gripes, resfriados ou mesmo, uma ressaca.

“O que é natural não faz mal.” Mas afinal é correta esta afirmação? Sobre o uso abusivo de ervas medicinais.

O uso de plantas e ervas para tratar alguns problemas de saúde é milenar.

Antes mesmo da colonização dos continentes, os indígenas já se utilizavam de ervas, plantas, chás e infusões.

O tradicional conhecimento vem passando de pai para filho, por gerações, e atualmente não há uma pessoa que não conheça uma planta ou erva, boa para algum problema. Ou com alguma função terapêutica ou medicinal.

Dentre diversas plantas conhecidas, podemos citar algumas mais utilizadas, como a Carqueja, a erva Cidreira, o Boldo, a Camomila, a Camélia simensis entre outras.

Vale assistir a este vídeo que também adiciona muito ao conteúdo do assunto em pauta. https://www.youtube.com/watch?v=rVVMhspBQsg

Vasta variedade de plantas e ervas e poucos estudos.

Frente a uma vasta variedade de plantas utilizadas, pelas populações de diversos locais diferentes, podemos considerar que são poucos os estudos efetuados, afim de testar e comprovar a eficácia, a toxidade, os seus efeitos colaterais, bem como os riscos de utilização de cada uma destas ervas.

Da toxidade das plantas e ervas medicinais.

Muitas destas plantas possuem seus efeitos terapêuticos comprovados como é o caso da Carqueja (Baccharis trimera), muito utilizada para tratar problemas hepáticos e também do sistema digestivo, além dos seus efeitos analgésicos e anti inflamatórios.

Mesmo já estudada e com seus efeitos comprovados a Carqueja, assim como diversas outras plantas possuem substancias tóxicas.

No caso da Carqueja, mesmo que com baixa toxidade, em altas doses podem desencadear diversos problemas, incluindo aborto.

https://www.youtube.com/watch?v=rVVMhspBQsg

Plantas carcinogênicas.

Algumas ervas ou plantas, além de não terem seu poder de cura comprovado, são apontadas como mutagênicas (causam mutações) e até carcinogênicas (provocam câncer).

confrei (Symphytum officinale), por exemplo, já é apontado em pesquisas como possuidor de alcaloides que possuem ação carcinogênica e, por isso, não deve ser utilizado.

Algumas plantas podem causar dores abdominais, irritações intestinais, abortos quando utilizadas de forma errônea ou não adequada.

Plantas abortivas.

Dentre as plantas consideradas abortivas, temos a Babosa (Aloe Arborescens), o Melão de São Caetano (Momordica Charantia) e a famosa Arruda (Ruta Graveolens), sobretudo, é por este motivo que mulheres grávidas devem evitar ao máximo, o consumo de qualquer tipo de chá.

Veja que a Babosa, uma planta altamente utilizada como medicinal, apresenta alto poder abortivo.

Apesar dos chás serem uma alternativa válida, com boa eficácia e mais baratas para alivio de alguns sintomas. Devemos ter em mente que algumas plantas nem tiveram estudos a respeito de sua toxidade.

A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.

Vale lembrar aqui a velha e conhecida frase. “A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.”

Desta maneira, o consumo de substancias naturais deve ser regrado, pois exageros podem gerar reações imprevisíveis.

A importância de um diagnóstico médico. O uso indiscriminado de plantas medicinais é de grande risco. Procure um médico e faça uma avaliação.

Muitas ervas ou plantas apresentam efeitos benéficos e não devem ser deixadas de usar, no entanto, o ideal é procurar um médico para averiguar os sintomas de seu caso.

Além do médico indicar um medicamento correto, poderá averiguar as causas do sintoma apresentado.

O diagnóstico precoce é essencial para o tratamento de diversas patologias…

As plantas medicinais foram identificadas e usadas ao longo da história da humanidade, pois têm a capacidade de sintetizar uma grande variedade de compostos químicos que são utilizados para desempenhar funções biológicas importantes e para a defesa ou contra o ataque de predadores, tais como insetos, fungos, herbívoros e mamíferos.

Pelo menos 12.000 desses compostos foram isolados até hoje, um número estimado em menos de 10% do total.

O uso de plantas como medicamentos antecede a história humana escrita. Muitas das ervas e temperos usados ​​por seres humanos na comida também produzem compostos medicinais úteis.

Compostos quimico de plantas podem ser tão eficazes como medicamentos convencionais.

Os compostos químicos em plantas mediam seus efeitos sobre o corpo humano através de processos idênticos aos já bem compreendidos compostos químicos de drogas convencionais, assim os medicamentos fitoterápicos não diferem muito de drogas convencionais em termos de funcionamento.

Isto permite que os medicamentos à base de plantas possam ser tão eficazes como os convencionais, mas também podem ter o mesmo potencial para causar efeitos secundários nocivos.

Qual a diferença entre fitoterápicos e plantas medicinais?

Fitoterápicos são considerados medicamentos ou suplementos produzidos a partir de partes de plantas (folha, caule, raiz, semente, etc.) cuja eficácia e segurança foi assegurada no tratamento de determinadas doenças.

Primeiramente passam por testes de qualidade e são registrados no órgão federal de vigilância sanitária (ANVISA) antes de serem comercializados.

Planta medicinal é a espécie vegetal. Partes da planta é utilizada para aliviar ou curar enfermidades com base em seu uso na população ou comunidade.

Não são submetidas a um processo industrializado de fabricação e controle de qualidade. Normalmente é utilizada no preparo de chás.

Qual a vantagem de utilizar um fitoterápico ao invés da planta medicinal?

O processo de fabricação do fitoterápico evita contaminação por microrganismos, agrotóxicos e substâncias estranhas. E primordialmente é submetido a um processo de produção padronizado, de modo que a cada preparo utiliza-se uma quantidade correta e a forma certa da planta, permitindo uma maior segurança no uso.

Por que se preocupar com o uso de plantas medicinais? O risco de uso indiscriminado de plantas medicinais é enorme.

As plantas possuem muitas substâncias químicas. Algumas podem ser muito úteis no alívio de enfermidades, entretanto outras podem ser perigosas.

Dependendo de qual parte da planta está sendo utilizada, o tipo e a quantidade dessas substâncias químicas variam.

Assim, por exemplo, o conteúdo das folhas não é necessariamente o mesmo das raízes, de modo que uma parte da planta pode trazer benefício terapêutico e a outra parte causar algum tipo de dano.

Atenção – Em 2009 foram registrados no Brasil mais de 1200 casos de intoxicação por plantas.

Uso de plantas no tratamento do câncer? O risco de uso indiscriminado de plantas medicinais é enorme em pacientes que estejam em tratamento de câncer.

Uma curiosidade inegavelmente interessante pelo fato que muitos agentes quimioterápicos são derivados de plantas, como é o caso da vincristina e do paclitaxel.

Os pesquisadores testaram produtos químicos presentes na planta, identificaram aqueles que eram realmente citotóxicos (matam a célula cancerígena) e após isso, submeteram a rigorosos estudos de segurança e eficácia, durante anos de pesquisa clínica em seres humanos. todavia Hoje são fabricados em larga escala pela indústria farmacêutica. 

Apesar disso, infelizmente muitas plantas demonstram bons resultados nos estudos em laboratório (nas células cancerígenas) e depois certamente não apresentam os mesmos efeitos em humanos. Mas a pesquisa não para e desta maneira há um caminho promissor para novas descobertas. 

Por isso é importante ficar atento a “falsas promessas”. Nem sempre o que dá certo no laboratório tem o mesmo resultado no humano. Inegavelmente, um bom resultado na destruição de células de um tipo de tumor não significa que seja capaz de destruir todas as células de todos os tipos de tumores. Lembre-se: existem mais de 100 tipos de câncer!!!

Posso usar fitoterápicos ou plantas medicinais durante o tratamento do câncer?

Entretanto a maioria das plantas não foi estudada junto com quimioterapia, cirurgia ou radioterapia, de modo que não sabemos o que pode acontecer ao associá-las com o tratamento. Contudo, alguns profissionais orientam que o paciente evite seu uso durante o tratamento do câncer.

Casos em que a ciência já conhece algum efeito maléfico em conjunto com a quimioterapia.

  Por outro lado, há casos em que a ciência já conhece o efeito maléfico da planta quando usada com a quimioterapia, como é o caso da erva de São João (Hypericum), utilizado para o tratamento da depressão.

Quando tomado durante o tratamento com irinotecano, pode diminuir o efeito da quimioterapia, por isso, desta maneira é contra indicado que o paciente faça uso da erva de São João quando estiver tratando o câncer com irinotecano.

Diante do exposto acima, a empresa Cápsula & Cia cria este espaço virtual com a intenção de compartilhar conhecimento sobre ervas e plantas medicinais, estudos sobre a eficácia, toxidade, modo de consumo, Isso tudo baseado em estudos e pesquisas, para que, assim desta maneira todos possam se beneficiar ou buscar uma alternativa para tratamentos e problemas de saúde com muito mais segurança.

Quintela junior.

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